sábado, 28 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Agradecimentos da Monografia!
Raphael era apenas um jovenzinho cabeçudo de canelas finas. Só quem via futuro naquele moleque da beira do Rio Paraná eram as professoras Rosa e Ritinha. Um dia ele sonhou que podia sair da sua cidadezinha de dez mil habitantes e pensou que uma faculdade fosse o caminho mais digno a percorrer. Sem dinheiro, colocou uma mochila nas costas e foi atrás de seu sonho no Mato Grosso do Sul. Passado mais de cinco anos, Raphael pegará seu diploma. Teve o privilégio de se formar de frente para o Pão de Açúcar, na Cidade Maravilhosa, com a benção do Cristo Redentor, e, ao invés de pendurar e emoldurar seu diploma, Raphael pensa em rasgar e mandar um pedacinho para cada um que ajudou a tornar isso realidade...
Uns pedacinhos vão para Maria Antônia, Ana, Kal, Cida, Márcia, Munira e aos de sangue que acreditaram que era possível. Outros pedacinhos vão para Juliano e Tadeu, que me mostraram quem eu era e o que era a amizade, mais um pedacinho para Ana Maria Barbosa, irmã de preguiça que me ensinou o que é afinidade. Um pedacinho para Andréia, que me fazia rir no ônibus mesmo morto de cansado. Uma chuva de pedacinhos para William, Culote, Valmira, Karine que me ensinaram o que é ter história e referência. Um bom pedacinho de diploma para Márcia Boccardo, que sempre tinha um sorriso, pãozinho e café quente quando a barriga doía. Um pedaço especial de papel para Lika, que sabe o papel dela na minha vida. E mais pedacinhos de diploma para Márcio e Irinéa, que nem todo o diploma nas mãos deles pagaria o que fizeram por mim. Um bom pedaço para o Bruno, que fez tudo ser melhor na minha vida. Pedaços para a galera da TeleListas, Ani, Lê, Line, Sil e Ciça. Pedaços perfumados para Carol e Wilher que dividem comigo lágrimas e sorrisos nesse momento.
Um pedacinho pra mim também, afinal, mesmo com todas as dificuldades nunca cogitei desistir. E, os últimos pedacinhos de diploma, junto punhadinho na mão, jogo no mar de Copacabana e dedico a Deus e a todos aqueles que me abriram portas, acolheram, riram das minhas piadas e mandaram boas vibrações para que esse momento fosse possível, não teve papelzinho pra todo mundo, mas meu coração ainda se divide em inúmeros pedaços. Obrigado!
Uns pedacinhos vão para Maria Antônia, Ana, Kal, Cida, Márcia, Munira e aos de sangue que acreditaram que era possível. Outros pedacinhos vão para Juliano e Tadeu, que me mostraram quem eu era e o que era a amizade, mais um pedacinho para Ana Maria Barbosa, irmã de preguiça que me ensinou o que é afinidade. Um pedacinho para Andréia, que me fazia rir no ônibus mesmo morto de cansado. Uma chuva de pedacinhos para William, Culote, Valmira, Karine que me ensinaram o que é ter história e referência. Um bom pedacinho de diploma para Márcia Boccardo, que sempre tinha um sorriso, pãozinho e café quente quando a barriga doía. Um pedaço especial de papel para Lika, que sabe o papel dela na minha vida. E mais pedacinhos de diploma para Márcio e Irinéa, que nem todo o diploma nas mãos deles pagaria o que fizeram por mim. Um bom pedaço para o Bruno, que fez tudo ser melhor na minha vida. Pedaços para a galera da TeleListas, Ani, Lê, Line, Sil e Ciça. Pedaços perfumados para Carol e Wilher que dividem comigo lágrimas e sorrisos nesse momento.
Um pedacinho pra mim também, afinal, mesmo com todas as dificuldades nunca cogitei desistir. E, os últimos pedacinhos de diploma, junto punhadinho na mão, jogo no mar de Copacabana e dedico a Deus e a todos aqueles que me abriram portas, acolheram, riram das minhas piadas e mandaram boas vibrações para que esse momento fosse possível, não teve papelzinho pra todo mundo, mas meu coração ainda se divide em inúmeros pedaços. Obrigado!
sábado, 25 de abril de 2009
Ele tem olha tombado, caído como folha seca, anda com jeans rasgado nas barras e guarda cicatrizes nos pulsos e no peito.
Ele luta para acreditar nas pessoas e luta para apagar da memória gente que usou do seu ombro sorridente para arranhá-lo as costas.
Ele usa a madrugada para escrever poemas cafonas e mal redigidos, tudo porque tem muito pra falar, muito para cantar e gritar, e não sabe como.
Tudo que ele vê a sua frente é a solidão de longo preto, com dentes amarelados e baforando fumaça em sua cara!!!
Ele luta para acreditar nas pessoas e luta para apagar da memória gente que usou do seu ombro sorridente para arranhá-lo as costas.
Ele usa a madrugada para escrever poemas cafonas e mal redigidos, tudo porque tem muito pra falar, muito para cantar e gritar, e não sabe como.
Tudo que ele vê a sua frente é a solidão de longo preto, com dentes amarelados e baforando fumaça em sua cara!!!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Agora que criei twitter, isso daqui ficou ainda mais grande cansativo!
Bjus me liga, ainda espero histórias cabeludas para minha monografia...
Bjus me liga, ainda espero histórias cabeludas para minha monografia...
domingo, 4 de janeiro de 2009
Feliz 2009

Parece meio batido dizer que não gosta de festas de final de ano, que para mim são uma verdadeira celebração a hipocrisia. Mas nesse último período alguns acontecimentos serviram pra me nortear, me devolver algumas coisas esquecidas que a vida me disse bem claro, sentada em uma mesa de frente pra mim, fumando um cigarro:
“Amigos? Não meu querido, você não tem grandes amigos, simplesmente há pessoas que te acham engraçadinho, mas ainda sim murmuram que você é uma pessoa difícil”.
“Família? Você sabe seu caso né, a mãe já morreu, seu pai não está nem aí, e os poucos irmãos que querem te ajudar não podem”.
“Amor? Vejo tudo mais complicado nessa área, vejo algumas pessoas que te amam e que ainda te amarão, mas dividir a escova de dente não é coisa para você nessa vida”.
Você é o mesmo Josué perdido na Central do Brasil de sempre Raphael, e que só sobra o direito de pintar heróis coloridos e decadentes na sua imaginação, nos momentos em que você grita, Quem poderá me defender?
A única coisa que me sobrou para 2009 é a vontade de sonhar, pois nem meu punhado de livros amarelados eu tenho mais. Alguém divide uma taça de fel?